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terça-feira, 6 de maio de 2008

Barra: Obras não devem ser realizadas na época balnear!

O parecer da autarquia sobre o Estudo de Impacto Ambiental da dragagem de inertes a ser efectuada na barra de Aveiro foi ontem aprovado. Ribau Esteves defende que esta intervenção, que será sucedida pelo depósito das areias a Sul da praia da Costa Nova, não deve ter lugar na época balnear, pelo que devem ter início logo após o seu final.

O Executivo municipal ilhavense aprovou ontem o parecer sobre a avaliação do impacto ambiental das intervenções que estão planeadas para a zona da barra de Aveiro. O documento, que esteve em consulta pública durante o mês passado, diz respeito ao projecto que visa, por um lado, uma dragagem de inertes, com vista a assegurar as condições de operacionalidade e a segurança de navegação no acesso ao Porto de Aveiro, sendo as areias posteriormente depositadas na zona Sul da praia da Costa Nova, contribuindo para o reforço do cordão dunar.
Uma das questões que o presidente da autarquia ilhavense, Ribau Esteves, fez questão de salientar, assenta na altura em que estas intervenções terão lugar. Na opinião do edil, «não devem ser realizadas sobre a época balnear, mas sim a partir de meados de Setembro, por força dos grandes incómodos que causariam aos utilizadores e às entidades gestoras da praia da Costa Nova». O autarca defende, assim, um «exercício de compatibilidade» entre as condicionantes de natureza biológica e as de utilização da praia.
A segunda questão levantada por Ribau Esteves a este respeito prende-se com os locais de deposição dos materiais. Na opinião do autarca, a zona entre o último paredão da praia da Barra e o último da praia da Costa Nova «não se justifica», na medida em que entende que essa zona está «consolidada». Assim, a zona Sul é a defendida pelo Executivo, «porque é aí que temos os problemas mais graves de erosão», justifica.
Por último, o Executivo municipal entende ser necessário que o estudo tenha em conta os impactos desta dragagem «na hidrodinâmica da laguna da Ria de Aveiro», principalmente ao nível dos colectores de saneamento da SIMRia. Estas três questões haviam já sido colocadas, recentemente, numa reunião de trabalho com as principais entidades parceiras no projecto, organizada pela Agência Portuguesa do Ambiente.
Ribau Esteves realça a importância da obra, pela «melhoria e diversificação das actividades portuárias e das condições de acessibilidade ao porto, permitindo receber navios de maior dimensão, pelo usufruto das praias e do turismo, e pela maior protecção da população residente na Costa Nova». Estas operações prolongar-se-ão por cerca de quatro meses.

In: www.diarioaveiro.pt, edição de 6 de Maio de 2008.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Comemorações da abertura da Barra de Aveiro



Foi há 200 anos que o Eng. Luís Gomes e Carvalho escreveu ao Rei de Portugal, que se encontrava no Brasil, comunicando que tinha conseguido manter aberta a Barra de Aveiro e, a 3 de Abril, a Administração do Porto comemora o bicentenário da obra, com uma conferência internacional, a 30 de Maio, e um programa com vários eventos, ao longo do ano, enquanto prepara o avanço do Molhe Norte em mais 200 metros, e avança com obras de desenvolvimento, como a linha ferroviária de ligação à linha do Norte.


O programa de comemorações do bicentário, que já se iniciou em 2007, foi o tema de uma conferência de imprensa esta terça-feira para anunciar os próximos eventos.



A construção da ferrovia de ligação entre a linha do Norte e o Porto de Aveiro encontra-se «dentro da calendarização», segundo o presidente do Conselho de Administração da Administração do Porto de Aveiro (APA), José Luís Cacho, e esta constitui uma obra que permitirá avançar para a exploração da movimentação de contentores, cuja concessão será em 2010. Segundo José Luís Cacho, «há contactos internacionais» para o desenvolvimento do negócio dos contentores e plataforma logística.


O prolongamento do Molhe Sul em mais 200 metros é outra frente da APA, o que permitirá abrir o porto a navios com mais comprimento e calado». Está previsto que seja possível a entrada de navios com 200 metros mas de uma forma faseada até àquele comprimento. O porto prevê realizar operações de dragagem da barra até à cota -12,5, o que possibilitará a abertura dos mercados asiático, EUA, África do Sul, havendo já «alguns movimentos com a Índia», segundo o presidente da APA.


Quanto à obra do Molhe Norte, custará entre os 20 e os 30 milhões de euros, e será desenvolvida durante dois anos, a partir do final de 2008 e princípios de 2009. Nesta altura, depois de elaborado o estudo prévio, decorre o concurso para a elaboração do projecto de execução e, posteriormente, será lançada a obra a concurso.


Conferência internacional

A apresentação do projecto do prolongamento do Molhe Norte é um de três a apresentar durante uma conferência internacional, a 30 de Maio, além dos portos do Dubai e de Sevilha, duas «importantes obras», segundo José Luís Cacho.

A conferência “Obras Marítimas e Portuárias”, realiza-se a 30 de Maio, no Auditório do Parque de Exposições de Aveiro.


Histórico

O Porto de Aveiro registou uma quebra na movimento de cargas, de 2 por cento, na carga geral durante 2007 que José Luís Cacho justificou com a globalização, mas está convicto que em 2008, será retomado o crescimento que espera atingir os 10 por cento, o que seria uma valor «histórico».


Para aumentar a movimentação, a aposta é nos novos projectos da movimentação agro-alimentar e aumento das cargas líquidas. Quanto aos resultados financeiros de 2007 «excederam as expectativas iniciais, à custa da margem, com um volume de negócios de 12 milhões de euros, entrando em estabilização». A consolidação está prevista «dentro de dois a três anos», disse.


José Luís Cacho destacou o facto da APA conseguir deixar de obter rendimentos à custa da venda de inertes, «hoje é quase insignificante» e passar obter receitas por via da exploração do negócio para que está vocacionado».


Fonte: www.oln.pt, 11 de Março de 2008.

domingo, 4 de novembro de 2007

O maior navio...

Athena - 160 metros.

O maior navio que entrou na Barra de Aveiro até ao dia de hoje.

domingo, 14 de outubro de 2007

Entre paredões...

A Barra...
A saída para a tribulação ou o regresso à paz...

terça-feira, 2 de outubro de 2007

A Barra de Aveiro

Em determinados momentos do meu quotidiano a força do mar faz-se notar...

Num desses momentos a inspiração abarcou-se de mim e nasceu um poema simples... Aqui fica em homenagem à ''nossa'' Barra de Aveiro!


Oh quão longínqua bravura,
Foi aplicada para te trabalhar,
Há 200 anos foi tua abertura,
Os paredões abertos de par em par
Saem os barcos à aventura,
E as traineiras eu vejo a entrar.
Só tu Barra de Aveiro
Acolhes bem o Mundo inteiro!


Gosto de ti, sou tua amante,
Dás de comer a muita gente,
Com o teu lindo farol gigante
Que ilumina e diz-se presente,
Não há algo semelhante,
Ou parecido na minha mente.
As praias da Barra e S. Jacinto
Viver nelas feliz eu me sinto!


São gaivotas no ar, o Vouga está a sair
Em ti há vida, há navegação,
Como é lindo ver-te sorrir,
Há alegria, há satisfação.
Acalma-te Neptuno e deixa ouvir
As águas em seu turbilhão,
E faz da vida desta cidade
Um calmo paraíso de verdade…

(Poema inédito. Créditos: Gaivota da Revessa)

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

A luz que ilumina e inspira...




"Cidade linda da Ria,

Cheia de azul e de sol,

Marinhas, Sal, Poesia...

E logo que morre o dia,

À luz branca do Farol."



(Refrão de uma canção típica de Aveiro.)


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